Bélgica 2025 O Guia Completo para Desvendar os Preços de Casas e Fazer o Melhor Investimento

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Olá, pessoal! Quem aí já sonhou em ter um cantinho só seu na Bélgica ou está de olho nas novidades do mercado imobiliário por lá? Confesso que, ultimamente, tenho recebido muitas mensagens sobre o assunto, e não é para menos!

Com as mudanças econômicas e sociais que estamos vivenciando, o mercado de imóveis na Bélgica tem sido um verdadeiro quebra-cabeça, cheio de altos e baixos, e com tendências que nos deixam de cabelo em pé.

Lembro-me de uma amiga que estava super animada para comprar seu primeiro apartamento em Antuérpia no ano passado e quase desistiu por causa da incerteza dos preços.

É uma montanha-russa de emoções para compradores e investidores! Mas fiquem tranquilos, que eu mergulhei fundo para desvendar o que realmente está acontecendo e o que podemos esperar.

Preparei um guia completo para você que sonha em ter sua casa dos sonhos ou fazer um bom investimento no coração da Europa. Vamos descobrir exatamente o que está rolando no mercado imobiliário belga!

A Dança dos Preços: O que Esperar do Mercado Imobiliário Belga em 2025?

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Nossa, o mercado imobiliário belga é mesmo uma caixinha de surpresas! Quem acompanha sabe que, nos últimos tempos, os preços têm sido uma verdadeira montanha-russa, deixando muita gente com o coração na mão. Eu, por exemplo, ouvi de uma seguidora que estava super perto de fechar negócio em um apartamento dos sonhos em Gante, mas a indecisão sobre as flutuações de preço a fez recuar. É compreensível, né? Afinal, ninguém quer fazer um investimento tão grande sem ter um mínimo de segurança. Mas olha, mergulhei a fundo nos dados mais recentes e posso dizer que, apesar da volatilidade, há tendências claras que nos ajudam a entender melhor o cenário atual. O Índice de Habitação na Bélgica, por exemplo, subiu para 143,12 pontos no primeiro trimestre de 2025, um aumento em relação ao trimestre anterior, que estava em 142,18 pontos. Isso mostra que, de forma geral, o mercado continua aquecido, especialmente em certas regiões e para tipos específicos de imóveis. A paixão dos belgas por ter “um tijolo na barriga”, como eles dizem, continua forte, alimentando essa demanda constante.

Apartamentos e Casas: Tendências Regionais

Quando a gente olha para a Bélgica, percebemos que não dá pra generalizar. Bruxelas, por ser a capital da União Europeia, sempre tem uma dinâmica própria. Em bairros mais procurados como Ixelles, Woluwe-Saint-Lambert ou perto da Avenue Louise, os preços por metro quadrado podem variar entre 3.000 e 5.000 euros. É um valor alto, sim, mas a demanda é constante, impulsionada por expatriados e funcionários de instituições europeias que buscam estabilidade e boas oportunidades de aluguel. Já em outras cidades, como Antuérpia e Gante, a história é um pouco diferente. Gante, por exemplo, é um polo universitário e tecnológico, o que gera uma demanda alta por aluguéis estudantis. Antuérpia, com seu grande porto e centro cultural, também apresenta rendimentos de aluguel sólidos e preços ligeiramente mais acessíveis que Bruxelas. Minha tia, que mora em Liège, sempre me fala como a cidade dela tem se desenvolvido, oferecendo opções mais em conta para quem está começando ou busca um investimento com orçamento mais limitado. A média para um apartamento na Bélgica, em setembro de 2025, está em cerca de 3.444 €/m², enquanto casas ficam em torno de 2.171 €/m². Percebe a diferença? É por isso que pesquisar a fundo, por região e tipo de imóvel, é crucial para não perder boas oportunidades.

O Impacto das Taxas de Juro nas Avaliações

E as taxas de juro, hein? Elas têm um papel enorme nessa dança dos preços. Lembro que, há não muito tempo, as taxas estavam lá embaixo, o que incentivava muita gente a comprar. Mas a realidade em 2025 é outra. A taxa de empréstimos bancários na Bélgica, que teve uma média de 2,40% entre 2011 e 2025, chegou a um pico de 5,52% em outubro de 2023. Atualmente, em fevereiro de 2025, os dados registram 2,90% ao ano, uma queda em relação a janeiro do mesmo ano, que foi de 3,15%. Essa variação impacta diretamente o poder de compra e as condições de financiamento. Um aumento nas taxas significa que o custo total do empréstimo será maior, o que pode esfriar um pouco o mercado e até levar a algumas correções de preços, especialmente para imóveis mais caros. Pessoalmente, vejo muitos amigos repensando seus planos de compra ou buscando imóveis com valores mais baixos para compensar os juros. A escolha entre juros fixos, semi-variáveis ou variáveis, que podem chegar até 3% atualmente, é uma decisão que exige muita análise e planejamento.

Financiamento e Burocracia: Desvendando os Mitos para Compradores

Ah, financiamento! Essa é a parte que muita gente acha um bicho de sete cabeças, principalmente quem não é da Bélgica. Mas, acreditem, com as informações certas, dá pra descomplicar tudo! Lembro-me de quando ajudei um casal de amigos brasileiros a comprar a primeira casa deles aqui. Eles estavam perdidos com tanta papelada e termos que não entendiam. Mas o segredo é estar bem informado e ter paciência. Para começar, os bancos belgas oferecem empréstimos imobiliários, os famosos “prêt hipotecaire”, com diferentes tipos de juros. O processo, que envolve avaliações bancárias e a constituição de um dossiê, pode parecer demorado, mas é essencial para garantir a segurança da transação. É importante também ter em mente que o processo de compra de um imóvel pode ser um pouco complexo para estrangeiros, mas não impossível, pois estrangeiros e empresas têm os mesmos direitos que os locais para comprar, alugar ou desenvolver propriedades. O custo de vida na Bélgica, por exemplo, é de cerca de 2.281 € mensais para uma pessoa, o que deve ser considerado no seu planejamento financeiro.

Condições de Empréstimo: O Papel do “Fond Propre”

Uma coisa que sempre me perguntam é sobre a entrada. Na Bélgica, a maioria dos bancos pede um “fond propre”, que é basicamente o valor que você tem para investir do seu próprio bolso, geralmente cerca de 25% do valor total do imóvel. Isso significa que o financiamento cobrirá os 75% restantes. Para não residentes, a cota de empréstimo (LTV) costuma ser limitada a 70%-80%. Além disso, os bancos avaliam a sua capacidade de pagamento, sendo que a parcela mensal não deve ultrapassar 1/3 do seu salário líquido. Se você e seu parceiro ganham juntos uns 3.000€ líquidos, a parcela máxima aprovada seria de uns 1.000€. Essa é uma regra geral, claro, e pode variar dependendo das suas receitas, despesas e garantias. Ter um bom planejamento financeiro e uma reserva é fundamental para conseguir as melhores condições. Minha experiência me diz que quanto mais preparado você estiver, maiores as chances de sucesso.

As Taxas Escondidas que Ninguém te Conta

E por falar em custos, não se enganem: além do preço do imóvel e dos juros do empréstimo, existem outras taxas que precisam entrar no seu orçamento. A mais famosa é a taxa de registro, chamada “droit d’enregistrement”, que pode chegar a 12,5% do valor do contrato em algumas regiões, como na Valônia. Esse valor não é pago imediatamente, mas deve ser quitado em até quatro meses após a compra. Para imóveis novos ou inacabados, o IVA (21%) é cobrado sobre a construção, e a taxa de registro de 12,5% sobre o valor do terreno. Fora isso, ainda tem os honorários do notário, que são obrigatórios e variam conforme o valor do imóvel. Muita gente esquece de incluir esses valores no planejamento inicial e acaba tendo uma surpresa desagradável. Por isso, a dica de ouro é: peça sempre um detalhamento completo de todos os custos envolvidos antes de assinar qualquer coisa. E não se esqueça do imposto sobre a propriedade, o seguro e os serviços públicos, que são despesas anuais a serem consideradas.

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Onde Colocar seu Dinheiro: As Cidades Mais Promissoras para Investir

Depois de entender os pormenores do financiamento, a próxima grande questão é: onde investir? A Bélgica oferece um leque de opções, cada uma com seu charme e potencial. A escolha da cidade certa pode fazer toda a diferença no seu retorno, seja você um investidor procurando rentabilidade ou alguém buscando o lar perfeito. Pessoalmente, sempre gostei de analisar os mercados regionais, porque eles revelam tendências que o panorama geral pode esconder. É fascinante ver como cada localidade tem sua própria “personalidade” imobiliária, moldada pela economia local, universidades, presença de empresas e até mesmo pelo estilo de vida dos moradores. Para quem sonha em ter um imóvel para alugar, por exemplo, algumas cidades se destacam pela demanda constante e pelos rendimentos atrativos. É um trabalho de garimpo, mas que, no final, compensa muito. E não é só sobre o dinheiro; é sobre encontrar um lugar que se encaixe nos seus objetivos e no seu coração.

Bruxelas: O Coração da Europa e o Desejo dos Expatriados

Bruxelas é, sem dúvida, o carro-chefe quando se pensa em investimento imobiliário na Bélgica, especialmente para quem visa o mercado de aluguel. Com uma forte demanda impulsionada por instituições da UE, expatriados e um fluxo constante de profissionais internacionais, a capital oferece inquilinos seguros e uma renda de aluguel estável. As áreas centrais podem ser mais caras, como mencionei antes, mas o retorno, mesmo que moderado a curto prazo, é sólido a longo prazo. Bairros como o Quartier Europeu, Ixelles e Saint-Gilles são sempre muito procurados. Minha amiga, que trabalha na Comissão Europeia, me contou que é quase impossível encontrar um apartamento vazio por lá por muito tempo. Para um apartamento de um quarto no centro da cidade, o aluguel médio é de cerca de 852,38€, enquanto um de três quartos pode chegar a 1.336€. Claro, os preços de compra são mais elevados, com o m² no centro variando em média 3.701,07€, mas o potencial de valorização e a segurança da demanda compensam para muitos investidores.

Antuérpia, Gante e Leuven: Joias em Ascensão

Fora da capital, outras cidades belgas apresentam excelentes oportunidades. Antuérpia, com seu grande porto e vibrante cenário cultural, oferece rendimentos de aluguel sólidos e preços de compra um pouco mais baixos que Bruxelas. É uma cidade com uma mistura interessante de moradores e profissionais, o que garante uma demanda diversificada. Gante, por sua vez, é um centro universitário e tecnológico em crescimento. A demanda por moradia estudantil é altíssima, tornando-a ideal para quem busca investir em imóveis para aluguel de estudantes. Os rendimentos brutos de aluguel em Gante podem variar entre 4,5% e 6%. E Leuven? Ah, Leuven é outro importante centro acadêmico perto de Bruxelas, com um mercado de aluguel de longo prazo muito forte. Para quem busca opções mais acessíveis, Liège e Namur se destacam, com economias locais em desenvolvimento e bons para investidores com orçamento limitado. É quase como descobrir tesouros escondidos, cada um com seu próprio brilho.

Localização Rendimentos Brutos de Aluguel (Estimado) Preço Médio por M² (Apartamento – Setembro 2025)
Bruxelas 3,5% – 5% €3.701,07
Antuérpia 4% – 5,5% €3.444 (média nacional apartamentos)
Gante 4,5% – 6% €3.444 (média nacional apartamentos)
Leuven 4% – 5,5% €3.444 (média nacional apartamentos)
Liège/Namur 5% – 6,5% Preços mais acessíveis que as grandes cidades

Desafios e Oportunidades para o Investidor Estrangeiro

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Se você é como eu, que adora uma boa aventura e está pensando em investir na Bélgica, já deve ter se perguntado: “será que é muito complicado para um estrangeiro?” A resposta é: não mais do que para um local, mas com algumas particularidades que a gente precisa ficar de olho! Lembro-me de um amigo de Portugal que queria comprar um apartamento em Bruxelas e estava preocupado com a burocracia. No final, percebeu que a maior barreira era a falta de informação clara e não a legislação em si. A Bélgica é um país da União Europeia, com uma economia moderna e multilíngue, o que já facilita bastante as coisas. A demanda estável e os rendimentos razoáveis tornam o mercado belga atraente. É um mercado de baixo risco cambial, ideal para quem busca estabilidade na UE. Além disso, a política de moradia belga não faz distinção entre cidadãos locais e estrangeiros para a compra de imóveis. Isso é uma vantagem enorme e algo que nem todos os países europeus oferecem com tanta clareza. Mas, claro, como em qualquer investimento internacional, é preciso fazer a lição de casa e entender as nuances.

Regulamentação e Direitos Iguais: Uma Boa Notícia

Uma das melhores notícias para nós, estrangeiros, é que a Bélgica realmente nos coloca em pé de igualdade com os cidadãos locais quando o assunto é comprar, alugar ou desenvolver propriedades residenciais e comerciais. Isso significa que não há restrições específicas para não residentes, o que simplifica bastante o processo. No entanto, é fundamental ter toda a documentação de renda robusta se você pretende solicitar um empréstimo em bancos belgas. Eles podem emprestar para não residentes, mas geralmente com uma cota de empréstimo (LTV) limitada a 70%-80%. As taxas de juros, em 2025, variam de cerca de 2,5% a 4%, dependendo do cliente e do prazo do empréstimo. Eu sempre aconselho a procurar um bom notário, porque eles serão seus melhores aliados para navegar pelas formalidades administrativas e garantir que seus interesses sejam defendidos, como me disse uma vez um colega que trabalha com direito imobiliário aqui.

Impostos e Aluguel: O Que Fazer para Otimizar

Os impostos são sempre um ponto de atenção, né? Para quem planeja alugar o imóvel na Bélgica, a renda de aluguel para não residentes é tributada a uma taxa fixa sobre a renda bruta, sem muitas deduções permitidas. Isso é algo a se considerar no seu cálculo de retorno. Além do imposto sobre a renda do aluguel, também há impostos sobre a propriedade. Subestimar as diferenças regionais no imposto de registro e ignorar o planejamento do imposto sobre a renda de aluguel são erros comuns que devem ser evitados. É crucial também se informar sobre as leis de proteção ao inquilino, que na Bélgica favorecem fortemente inquilinos de longo prazo. Isso afeta diretamente a gestão do seu investimento. Para otimizar, o ideal é buscar aconselhamento especializado. Um bom contador ou consultor imobiliário pode te ajudar a entender as especificidades fiscais e garantir que você esteja em conformidade, evitando surpresas desagradáveis. Afinal, ninguém quer ter dor de cabeça com o fisco, né?

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Mais Além do Preço: Sustentabilidade e o Futuro da Habitação Belga

Olhando para o futuro, percebo que o mercado imobiliário belga não está apenas de olho nos preços e nas taxas de juro, mas também em algo muito mais profundo e importante: a sustentabilidade. Tenho visto e sentido de perto como a preocupação com o meio ambiente e a eficiência energética tem ganhado força, e isso é algo que me deixa super animada! As casas e apartamentos de hoje já não são os mesmos de alguns anos atrás. As pessoas estão cada vez mais conscientes do impacto ambiental de suas moradias e buscam maneiras de reduzir o consumo de energia. Isso não é apenas uma “onda” passageira; é uma mudança estrutural que está remodelando o setor. Os próprios governos regionais, aqui na Bélgica, estão com metas ambiciosas para alcançar a neutralidade de carbono no estoque residencial até 2050. Essa é uma excelente notícia para o planeta e, claro, para quem investe com visão de longo prazo. A Bélgica, com seu compromisso com a sustentabilidade, oferece um terreno fértil para quem busca imóveis com um futuro mais verde. É uma tendência que, na minha opinião, só tende a crescer e valorizar ainda mais os imóveis que já nascem ou se adaptam a essa nova realidade.

O Crescimento da Consciência Ambiental no Imobiliário

A crescente consciência ambiental está mudando a forma como os belgas, e os estrangeiros que vivem aqui, encaram a compra de um imóvel. Não é mais apenas sobre a localização ou o número de quartos; agora, a eficiência energética e as credenciais sustentáveis de uma propriedade são fatores decisivos. Certificados de desempenho energético (EPC) são obrigatórios e influenciam diretamente o valor do imóvel e o interesse dos compradores. Uma casa com uma classificação energética baixa pode significar custos de aquecimento e eletricidade mais altos, o que se traduz em menos atratividade no mercado. Já vi casos de imóveis que, apesar de bem localizados, demoraram a ser vendidos por terem uma classificação energética ruim, enquanto outros, um pouco mais caros, mas com boa eficiência, saíram rapidinho. É uma prova de que as pessoas estão dispostas a investir um pouco mais no início para economizar a longo prazo e contribuir com o meio ambiente. Essa tendência é forte em todas as regiões, desde a Valônia até a Flandres e Bruxelas, e reflete uma mudança de mentalidade global que a Bélgica tem abraçado com seriedade.

Metas de Carbono e Impacto nas Novas Construções

As metas regionais para a neutralidade de carbono até 2050 estão impulsionando inovações e regulamentações no setor da construção. Isso significa que as novas construções na Bélgica estão cada vez mais sendo projetadas com foco em materiais sustentáveis, sistemas de aquecimento e refrigeração eficientes, e tecnologias que minimizam o consumo de energia. Para os investidores, isso se traduz em oportunidades de adquirir imóveis que já nascem com um alto padrão de sustentabilidade, garantindo valorização futura e atraindo inquilinos que também valorizam esses aspectos. Minha amiga arquiteta, que trabalha em projetos residenciais, me contou que a demanda por casas passivas e edifícios com selos de sustentabilidade específicos tem aumentado exponencialmente. Além disso, as renovações de imóveis mais antigos também estão sendo incentivadas a se adaptar a esses novos padrões, muitas vezes com apoio de subsídios governamentais. É um mercado em constante evolução, onde a inovação e o compromisso com o futuro caminham lado a lado com as oportunidades de investimento.

Para Concluir

Nossa jornada pelo mercado imobiliário belga em 2025 foi cheia de descobertas, não é mesmo? Espero de coração que este guia tenha iluminado seu caminho e te ajudado a entender melhor as nuances desse setor tão dinâmico. Vimos que, apesar das oscilações, a Bélgica continua sendo um terreno fértil para quem sonha em ter um pedacinho de chão ou fazer um bom investimento. Lembrem-se sempre que, mais do que números e estatísticas, o que realmente importa é o seu planejamento e a sua paixão por realizar esse sonho. Eu mesma me sinto inspirada cada vez que vejo alguém concretizando um projeto imobiliário por aqui, e quero que você também se sinta assim. Não se apresse, pesquise muito e, acima de tudo, confie no seu instinto. O mercado está em constante movimento, mas as boas oportunidades estão sempre lá para quem sabe procurá-las com carinho e informação. Tenho certeza que você vai arrasar!

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Saiba Mais: Dicas Essenciais para Navegar no Mercado Imobiliário Belga

1. Pesquise a Fundo as Regiões: A Bélgica não é um bloco único quando o assunto é imobiliário. Cada região e cidade tem suas particularidades, tendências de preço, demanda e custos associados. Bruxelas, Antuérpia, Gante, Liège e Leuven oferecem cenários bem distintos, seja para moradia ou investimento. Antes de se apaixonar por um imóvel, mergulhe nas características locais: o perfil dos moradores, a presença de universidades, o dinamismo econômico e até mesmo as opções de transporte. Uma análise regional detalhada, como eu fiz ao destacar as particularidades de Gante para estudantes ou de Bruxelas para expatriados, pode revelar verdadeiras joias ou te poupar de decisões precipitadas. Entender a dinâmica local é o seu primeiro e mais importante passo para um investimento bem-sucedido.

2. Atenção às Taxas de Juro e Financiamento: As taxas de juro são um fator decisivo no seu poder de compra e no custo total do seu empréstimo. Vimos que, em fevereiro de 2025, elas estão em 2,90% ao ano, mas flutuam bastante. É fundamental simular diferentes cenários e entender a diferença entre juros fixos, semi-variáveis e variáveis para escolher a opção que melhor se encaixa no seu perfil de risco e planejamento financeiro. Lembre-se também do “fond propre”, a entrada de cerca de 25% que os bancos costumam pedir, e que para não residentes, a cota de empréstimo pode ser mais limitada (70%-80%). Ter essa clareza sobre o financiamento desde o início evita surpresas e te ajuda a negociar com mais confiança.

3. Não Subestime os Custos Adicionais: Ah, as “taxas escondidas”! Elas não são realmente escondidas, mas muita gente só se lembra delas tarde demais. A taxa de registro (“droit d’enregistrement”) pode chegar a 12,5% do valor do contrato em algumas regiões, e os honorários do notário são obrigatórios. Para imóveis novos, o IVA (21%) sobre a construção também entra na conta. Esses valores podem somar uma quantia significativa e devem ser calculados com antecedência no seu orçamento total. Minha dica é sempre pedir um detalhamento completo ao seu notário ou agente imobiliário. Considerar esses custos extras logo no início é crucial para não ter um choque financeiro e garantir que seu sonho não se transforme em um pesadelo de contas.

4. Invista em Eficiência Energética: A sustentabilidade não é mais um luxo, é uma necessidade e um fator de valorização. Os certificados de desempenho energético (EPC) são obrigatórios e influenciam diretamente o valor do imóvel e o interesse dos compradores. Um imóvel com boa classificação energética não só te ajuda a economizar nas contas de energia (o que é ótimo, diga-se de passagem!), como também é mais atraente no mercado, seja para venda ou aluguel. As metas belgas para a neutralidade de carbono até 2050 estão impulsionando inovações e regulamentações, tornando propriedades sustentáveis um investimento inteligente para o futuro. Fique de olho nos imóveis que já nascem com esse selo verde ou que oferecem potencial para reformas sustentáveis.

5. Busque Aconselhamento Profissional Especializado: Navegar pelo mercado imobiliário, especialmente em um país estrangeiro, pode ser complexo. Um bom notário é indispensável para as formalidades legais e para garantir a segurança da transação. Para questões fiscais, um contador ou consultor imobiliário especializado pode te ajudar a entender a tributação da renda de aluguel para não residentes e a otimizar sua situação fiscal, evitando problemas com o fisco. Não hesite em investir em aconselhamento de quem realmente entende do assunto. A experiência de um profissional pode ser o diferencial entre uma compra tranquila e cheia de sucesso, e uma cheia de dores de cabeça.

Síntese dos Pontos Chave

O mercado imobiliário belga em 2025, embora dinâmico e sujeito a flutuações, apresenta um cenário de estabilidade geral impulsionado pela demanda contínua, especialmente em centros urbanos e regiões com forte presença institucional ou universitária. Os preços de imóveis, como vimos com o Índice de Habitação em alta, continuam em ascensão, mas com variações significativas entre apartamentos e casas, e principalmente entre as diferentes cidades. É crucial reconhecer que Bruxelas, Antuérpia e Gante oferecem oportunidades distintas de investimento e rendimentos de aluguel variados. Minha experiência me diz que a pesquisa regional aprofundada é a alma de um bom negócio. As taxas de juro bancárias, que tiveram uma leve queda para 2,90% em fevereiro de 2025, permanecem um fator determinante para a capacidade de financiamento, exigindo atenção detalhada e simulações para o planejamento orçamentário. O importante é entender que o custo total da transação vai muito além do preço do imóvel e dos juros. Custos adicionais como o imposto de registro (droit d’enregistrement) e os honorários notariais são considerações financeiras que, se negligenciadas, podem desequilibrar todo o seu planejamento, por isso, estar ciente dessas “surpresas” é vital para evitar qualquer frustração. Além disso, a boa notícia para nós, estrangeiros, é que a legislação belga assegura os mesmos direitos de compra e venda de propriedades que os cidadãos locais, o que simplifica o processo, embora os requisitos para empréstimos bancários possam ser um pouco mais rigorosos para não residentes. Por fim, uma tendência irreversível é o crescente foco na sustentabilidade e eficiência energética. Com as metas de neutralidade de carbono até 2050, imóveis que atendem a esses critérios não só valorizam mais, mas também atraem inquilinos e compradores conscientes, garantindo um investimento com visão de futuro. Entender esses pilares é essencial para qualquer um que esteja pensando em entrar nesse mercado fascinante.

Perguntas Frequentes (FAQ) 📖

P: Quais são as tendências mais recentes do mercado imobiliário na Bélgica e o que podemos esperar nos próximos meses?

R: Ah, essa é a pergunta de um milhão de euros, não é? O mercado imobiliário belga, como muitos outros na Europa, tem sido uma verdadeira montanha-russa, mas com algumas direções claras.
De acordo com as últimas análises, o Índice de Preços de Habitação na Bélgica mostrou um aumento para 143,12 pontos no primeiro trimestre de 2025, comparado aos 142,18 pontos no trimestre anterior de 2024.
Isso nos indica uma leve, mas consistente valorização. Recentemente, conversei com uma corretora em Bruxelas, e ela me confirmou que a demanda continua alta, especialmente em cidades como Bruxelas, Antuérpia, Gante e Leuven, impulsionada por instituições europeias, expatriados e estudantes.
O que vejo é que os apartamentos, por exemplo, tiveram um preço médio de €3.444/m² em setembro de 2025, com uma variação de 0% nos últimos 3 meses, mas uma queda de 28% em 12 meses.
Já as casas, com um preço médio de €2.171/m², mostraram um aumento de 8% em 3 meses, mas uma queda de 11% em 12 meses. Essa oscilação mostra que o mercado está se ajustando e, em algumas regiões, como a Valônia e Bruxelas, os preços dos apartamentos até subiram um pouco nos últimos meses.
Além disso, há uma crescente preocupação com a sustentabilidade, com as famílias buscando imóveis mais eficientes energeticamente, o que tem influenciado bastante as escolhas e os valores de venda.
Minha dica? Fiquem de olho nas cidades universitárias e nos centros urbanos, pois a demanda por aluguel lá é sempre forte!

P: Com tanta incerteza, ainda vale a pena comprar ou investir em imóveis na Bélgica agora?

R: Essa é uma dúvida super válida! Lembro de uma amiga que estava quase desistindo de comprar o apartamento dela em Antuérpia por causa dessa sensação de incerteza.
Mas o que eu aprendi é que, apesar das flutuações, a Bélgica continua sendo um mercado imobiliário estável e atrativo no coração da Europa. Para investidores de longo prazo, a perspectiva é bem sólida, especialmente em grandes cidades onde a demanda por aluguel é constante, como Bruxelas (graças à sua função como capital da UE), Gante e Antuérpia.
As taxas de juros hipotecárias, que são definidas pelo Banco Central Europeu, têm sido um fator importante. Em 2025, as taxas de juros na Área do Euro tiveram uma média de 1,87% desde 1998, mas atingiram um pico de 4,75% em outubro de 2000.
Mais recentemente, a taxa de empréstimo bancário na Bélgica foi estimada em 3,52% no final de 2025. Isso significa que, embora as taxas tenham subido em relação aos anos de juros super baixos, ainda são competitivas.
Bancos belgas podem emprestar a não residentes, mas geralmente com uma cota de empréstimo de 70%-80%, e as taxas de juros em 2025 variam de 2,5% a 4% dependendo do cliente e do prazo.
Em minha experiência, se você tem um bom planejamento financeiro e foca em propriedades com bom potencial de valorização e locação, o investimento pode ser muito recompensador.
A Bélgica não tem um “Golden Visa” para residência baseada em propriedade, mas possuir um imóvel pode apoiar um pedido de permissão de residência ao demonstrar habitação estável.

P: Para quem sonha em ter uma casa na Bélgica, quais são os maiores desafios e as melhores dicas para começar?

R: Sonhar com a casa na Bélgica é lindo, mas o caminho pode ter algumas curvas, especialmente para nós estrangeiros! O processo pode parecer complexo, e eu mesma já senti um calafrio pensando nas burocracias.
Um dos maiores desafios, com certeza, são os impostos e taxas. O imposto de registro, por exemplo, pode variar bastante: em Flandres é de 3% para a primeira residência, mas em Bruxelas e Wallonia pode chegar a 12,5% a 15% do valor do imóvel, dependendo da região e do tipo de propriedade.
Além disso, há taxas de notário e jurídicas, que ficam em torno de 1% a 1,5%. Outro ponto importante é a questão do financiamento. Embora os bancos belgas ofereçam hipotecas para não residentes, eles geralmente esperam que você tenha um capital próprio de, no mínimo, 25% do valor do projeto.
Minhas dicas de ouro para quem quer começar:
Primeiro, pesquise muito bem a região. Cada província na Bélgica tem suas particularidades em termos de regras, impostos e mercado.
Bruxelas, por ser um polo internacional, tem preços mais altos, mas também uma demanda de aluguel robusta. Segundo, encontre um bom notário e, se possível, um advogado especializado em imóveis.
Eles serão seus maiores aliados para navegar pela papelada e garantir que tudo esteja legalmente correto. Aconselho perguntar por indicações de notários de confiança.
Terceiro, prepare sua oferta de compra com antecedência. O mercado pode ser competitivo, especialmente em áreas cobiçadas, e quem está com tudo pronto, tem mais chances.
Quarto, considere um plano de habitação acessível se você for elegível. Existem iniciativas que permitem alugar por um período e depois comprar, considerando parte do aluguel como poupança para a entrada.
É uma forma criativa de construir seu capital próprio! Por fim, não subestime a importância de entender as leis de proteção ao inquilino, caso seu objetivo seja alugar a propriedade.
Com planejamento e os parceiros certos, seu sonho belga pode se tornar uma linda realidade!

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